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Qualidade em primeiro lugar

O Laboratório de Classificação Visual, HVI e H2SD da AGOPA tem se destacado pela precisão das análises feitas no algodão produzido em Goiás. Em período de safra no Estado, diariamente são analisadas, em média, 7,8 mil amostras, ou, aproximadamente, 46 mil amostras por semana. Para atender à demanda pela classificação no pico de safra, o laboratório, construído na sede da Casa do Algodão, em Goiânia, conta com uma equipe completa de funcionários divididos em até três turnos diários.

Inaugurado em junho de 2011 pela Agopa, com recursos do Fundo de Incentivo à Cultura do Algodão (FIALGO) e com o apoio do Governo do Estado de Goiás e da FMC, o valor investido até o momento já ultrapassou os R$ 10 milhões. Os investimentos representam desde a compra do lote, construção do espaço físico, aquisição dos quatro aparelhos de HVI de alta precisão, uma máquina de análise de pegajosidade H2SD, mobiliário, contratação de consultores e treinamentos para a equipe técnica. No local são realizadas a classificação das características intrínsecas da fibra, a classificação visual e a apresentação de take-up, que é a vistoria do algodão pelo comprador têxtil. O take-up consiste na preparação dos lotes para avaliação, incluindo classificação visual, relatório de HVI e apresentação da amostra ao comprador interessado.

A sua participação no mercado também tem crescido vertiginosamente. Em 2011, quando os trabalhos iniciaram, o laboratório foi responsável pela análise de 34% da produção goiana. Em 2017, o laboratório já é responsável pela análise de 90% do algodão produzido em Goiás.

O laboratório passou pela auditoria da Fundação Blumenauense de Estudos Têxteis (FBET), que comprovou o cumprimento às normas estabelecidas pela Instrução Normativa (IN) 24/2016 – que aprova o Regulamento Técnico de Identidade e de Qualidade para a Classificação do Algodão em Pluma – e está apto a oferecer ao produtor de algodão uma análise precisa da fibra. O laboratório está credenciado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para exercer a sua função de classificar o algodão com segurança e objetividade.

Uma nova etapa

Atualmente, o laboratório da Agopa é mundialmente reconhecido, tendo recebido, em 2015, o Certificado de Qualidade das Análises do Algodão, concedido pelo instituto internacional de Bremen (Bremen Fibre Institute - FIBRE). Este certificado garante a qualidade dos laboratórios de análise das fibras de algodão e inclui todos os métodos comuns de testes de algodão, assim como os tipos de equipamentos utilizados.

Em 2016, além de uma área maior, o novo laboratório da Agopa passou a contar com mais duas unidades USTER® HVIM1000 Classing e uma máquina H2DS de análise de pegajosidade. Esses equipamentos servem para medir comprimento, uniformidade, resistência, micronaire, elongação, cor, impurezas, fibras curtas, nível de pegajosidade, conteúdo da umidade da amostra no pente e, adicionalmente, por intermédio de algoritmo interno, a maturidade do algodão. Com isso, a capacidade instalada passou de 425 mil para 850 mil análises por safra. Outra novidade foi a esteira de climatização rápida, o que reduziu o tempo de entrega das análises.

Ao todo, foram mais 450 m2 de área construída, abrigando o laboratório, recepção de amostras, depósito de armazenamento das amostras, vestiário, sala de descanso e refeitório. A área do laboratório e demais dependências saltou 309 m2 para 759 m2, crescimento de 145,63%.

Referência

O laboratório da Agopa foi o primeiro no Brasil a passar pela nova inspeção de qualidade promovida pela Associação Brasileira de Produtores de Algodão (ABRAPA). A visita técnica serve de orientação quanto ao terceiro pilar que rege o programa SBR/HVI da ABRAPA, que capacita os laboratórios para análises que sigam os padrões nacionais.

O programa tem como primeiro pilar a estrutura do Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), matriz de todo referencial em análise da pluma no país. O segundo pilar é a estrutura de tecnologia da informação, uma plataforma de gestão do monitoramento da qualidade do algodão, desde a saída do campo até a verificação da conformidade dos equipamentos de classificação de HDI nos laboratórios brasileiros. E o terceiro pilar é a orientação e capacitação dos laboratórios, alinhando-os com o padrão de qualidade das análises realizadas pelo CBRA.

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